Puff, hoje o dia foi bizarro.
Acordei 05:05h pra ir a escola (é, eu estudo aos sábados...¬¬'). Já levantei mal...de alguma forma, que não me lembro como, eu torci o pé. Levantei e mal conseguia encostá-lo no chão. Mas, como os "HenriqueLageanos" não tem moleza, fui, pulando que nem saci pererê, pro banheiro tomar banho. Hoje fiz recuperação de Res. Mat. (Resistência dos Materiais), a única droga em que fiquei de recuperação >.<', mas o que me consola é que não estou entre as "únicas" pessoas. Mais da metade da sala ficou. Também pudera, né? Oo Ôh "materinha" estranha "sô". São uns cálculos muito complexos (não é brincadeira! Realmente os cálculos são complexos). E a parte teórica nem se fala! É um tal de Charriô, rótula, e mais sei lá das quantas. Nada daquilo entra na minha cabeça! >.<
Pedi pra um amigo me explicar uns cálculos antes de fazer a prova, e era um tal de força pra cá, força pra lá, ABx prum lado, ABy pro outro, e eu não sabia de onde saíam aquelas coisas, e quando eu perguntava o porquê daquilo, sabe o que ele me respondia? "Não sei, mas tem que ser aqui mesmo." Oo' Tá né.
Mas apesar de tudo, estou bem confiante. Presumo que tirei um boa nota nessa prova.
Rum, quando chego em casa...meu pai e o maluquinho (não é gíria, ele é meio doido mesmo) que limpa o quintal estavam almoçando. E a casa? Ainda imunda...Ah, eu odeio casa suja! :( E sabe o que é pior? Que eles tentaram me enganar...acho que varreram a casa, sei lá, só pra fingiram que tinham passado pano, jogado água, etc. Que nada. Todo sábado eu acordo já com uma determinação na mente: "Ir pra escola e voltar pra limpar a casa". Então se eu fosse do tipo que não tô nem aí pra higiene do ambiente onde vivo, tudo bem. Eu tomaria meu banho, almoçaria e sentaria aqui na frente do computador e dependendo, só sairia de madrugada. Mas graças aos Deuses eu não sou assim. E o que me deixou super estressada foi o fato deles terem tentando me enganar! Como se eu não tivesse bons olhos (é, realmente eu não tenho, mas uso óculos pra corrigir isso :P). Os quartos estavam cheios de poeira. Na verdade a casa inteira estava com poeira e o meu pai sabe que não ando podendo chegar perto de poeira. ¬¬ O banheiro?!? Rum, eu não vou nem comentar pra não ficar nojento por aí...Enfim, eu almocei com uma cara desse tamanho: "_________0_________" , tirei a roupa do uniforme e comecei varrendo. Comecei a tossir já. Meu pai? Dormindo. ¬¬' Falei pro maluquinho ir passando pano onde eu já havia varrido, ele reclamou pra caramba, mas passou. E como eu estava de olho, ele passou direitinho. Depois tive que ir lavar o banheiro de novo ("de novo" não. Porque parecia que ninguém tinha pisado naquele banheiro ali, pelo menos não pra limpar), meu nariz começou a sangrar. Coloquei a cabeça pra cima e continuei a lavar. Aproveitei pra tomar banho logo. Tirei pó de tudo, ainda dei uma limpadinha "básica" na janela. Minha sorte foi que pelo menos a varanda da frente, o quintal, a cozinha e a área já haviam sido lavadas. E eu estava tão cansada que nem resolvi checar, pra ver se estavam realmente limpas. Minha garganta coçando muito. Parecia que eu tinha comido tangerina oo'. Agora eu entendo a minha mãe. E sinto falta dela...ando uma pilha. Responsabilidades com tantas coisas, sinto um peso nas costas sabe... Há meses eu era tão despreocupada com a vida, só estudava. Como as coisas mudam em um estalar de dedos, né?
Agora tenho pensamentos futuristas, coisas que pretendo fazer, seguir. E sei que entrarei em muitos conflitos com isso. Meu pai não vai me apoiar, minha família vai ficar falando mal de mim. Minha mãe nem deve se importar tanto, mas aposto que vai ficar: "Isso nunca vai dar certo." Mas eu não vou ligar para a opinião deles, nunca liguei, não vai ser agora, ou melhor, no dia em que for acontecer, que eu vou me importar. Ano que vem faço 18 anos. Tudo bem que hoje em dia, fazer 18 não é lá grande coisa. Conheço tantas moças e rapazes com 18 anos ou mais tão imaturos, tão dependente dos familiares. Eu não quero esquecê-los, dar uma de "burrinha sem rabo", como dizia meu avô. Mas não quero ficar dependendo do meu pai até eu casar. Quero seguir minha vida, encontrar meu caminho, trilhar a minha estrada.
Talvez eu repita isso tantas vezes porque fico observando a minha família, nenhum futuro promissor. Minhas tias tudo casadas, com uma penca de filhos e netos. Primas mais velhas que não estudaram, cheias de filho e donas de casa. E as primas da minha idade parecem estar indo pro mesmo caminho. Nenhuma delas gosta de estudar, vivem pra fazer faxina na casa dos pais, escutam eles e ficam quietinhas, não saem da linha nunca (como pode isso? O.O). Aff, bando de mongóis. ¬¬' Tem uma que já enfiou um anel no dedo e disse que vai vim aqui pra capital com o namorado, adivinha o que serão? Caseiros. Preciso nem falar mais nada né? ¬¬ A outra, anda na rua com um "micro-short" e ultimamente anda até dormindo na casa dos "amiguinhos". Oo Rum. Tem uma outra que é uma mosca morta "oloko". Tem mãe que dá tudo, não sabe responder ninguém, não tem raciocínio rápido, odeia qualquer tipo de leitura (tirando msn e orkut -.-'), e foi reprovada ano passado, ou seja, fazendo o primeiro ano de novo. E adivinha quantos anos ela tem? 17, vai fazer 18 mês que vem, no dia dos namorados. ¬¬ Enfim, essas são as primas que convivo desde que nasci. E que pelo visto, não têm nenhum sonho difente de casar, morar em uma casinha, ser dona de casa e cuidar dos filhos, em mente. Não descrimino isso. Quero ter a minha casa, meu marido, meus filhos, minha vida. Minha vida independente do que os meus pais acham. E não depender muito do meu marido também, mesmo o amando muito, viso que amor não é sinônimo de dependência. (Acho que já perceberam que odeio depender dos outros.)
Cara, o que mais me impreciona é que ninguém sonha em mudar de casa, ir pra um pouco mais distante da família. E olha que acontece cada barraco...de deixar todo mundo de cabelo em pé. Oo
Tenho uma prima, que tem 22 anos que está fazendo faculdade de química, mas ela simplesmente não sai da casa dos pais, e parece que nem pretende tão cedo. Ela trabalha como professora e sabe o que está fazendo com o dinheiro dela? Reformando a casa deles e o bar do pai. E olha que a casa não é ruim, nem um pouco. E o bar, aff, eu deixava pra lá. Só vai cachaceiro mesmo. ¬¬' (22 anos cara!) E ela também nunca teve namorado, passou a adolescência toda dentro de uma igreja católica radical. Eu e minha mãe pensávamos que ela ía ser freira XP.
Mas é isso, eu realmente quero ter logo a minha vida, sem dever muitas satisfações à pai e mãe. Sem ficar sem graça em pedir dinheiro novamente. Sem ter que escutar sempre eles reclamando que ando gastando muito, ou que é bom eu ir economizando já que eu quero "tal coisa". Sem ter que ter aquela obrigação de fazer o que eles mandam, e se não fizer, ficar com aquela culpa remoendo na cabeça. Enfim, coisas das quais não vou mais precisar reclamar tanto.
Aff, só faço reclamar né?
Eu me sinto mal por isso. Mas vou fazer o que? Ficar guardado dentro de mim? Era o que eu mais fazia, mas agora tenho esse blog, posso postar o que eu quero. Leiam se quiserem, se tiverem paciência.
Se chegaram até aqui, parabéns. Vocês são bem pacientes, ou realmente não têm nada pra fazer.
XP
=*
sábado, 30 de maio de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Acordando cansada :#
"O problema não era dormir. Era o que eu poderia encontrar lá, naquele lugar.
Desliguei o computador. Fui a cozinha, tomei remédio. Fui lá fora, respirei, pensei, brinquei com a cachorra. Olhei a hora (não lembro onde estavam posicionados os ponteiros do relógio naquele instante). O silêncio pairava sobre a minha humilde residência .^^. Apaguei a luz do corredor, entrei no quarto e me joguei sobre a cama.
O teto era meu único foco naquele instante. Olhar para dentro da lâmpara acesa estava sendo uma ótima "terapia", uma distração (ou não). O calor foi aumentando, comecei a suar de forma descontrolada, e nem estava calor. Eu queimava energia de uma forma incompreensível, pelo menos pra mim. Quando levantei pra ligar o ventilador ele simplesmente não funcionava. ¬¬'
Abri a janela e...apaguei a luz. Pra queeee? Pra que eu fui apagar a luz?!? Luz apagada atrai a imaginação, as idéias, as dores, os medos, as criações...o sono.
Ficou frio, me cobri...fui fechando os olhos automaticamente e deixando essa realidade.
Por que sempre pés descalsos? E sempre acabo machucando-os. Aquele lugar apareceu de novo.
A mesma praça, os mesmos prédios, os mesmos vultos, as luzes acesas em plena luz do dia. A circunferência exata que o meio fio da praça traçava. Agora pude analisar com mais precisão alguns detalhes de lá. Detalhes que nem tinha percebido antes, ou não estavam lá... Mas faltava alguma coisa ali. Algo que não encontrei lá no meio, como eu esperava encontrar. o.o Ele não estava lá. O procurei em cada canto daquele lugar e não encontrei. Onde ele deveria estar? Por que não estava ali? Por que aquelas pessoas nunca olhavam para onde eu estava ? Será possível que eu estava invisível? ¬¬ Como ninguém não olhava para aquela praça? Ela era estranha demais. Era redonda, exatamente redonda. Havia luzes acesas em volta do meio em plena luz do dia! Não havia bancos e, o principal, não havia pessoas. Só tinha uma "bocó" parada lá no meio, olhando pra todos os cantos. Como ninguém reparou isso? como ninguém olhou?O.o A probabilidade disso acontecer hoje em dia é 0,5% Fatão' Ninguém olhar pra uma praça estranha, vazia e com todas as luzes acesas em pleno dia é impossível! Ah, nada mais aconteceu. Fiz força pra acordar e, dessa vez, acordei (Amém... Oo'). mas ainda estou receosa de como consegui ter o mesmo sonho, mesmo não. Sonhar com um mesmo lugar de novo, exatamente igual (igual não, havia coisas novas, só não sabia especificar o que) ao sonho de alguns dias atrás. E pior que eu não consigo entender nada. :/ " 27/05/2009
Meu corpo está exausto. Muito cansado. Porque ando dormindo e acordando mais cansada ainda, duas noites já que isso aconteceu. E hoje ainda acordei toda dolorida, parece até que corri 5 quilômetros inteiros sem parar (será que é minha cama Oo). E agora...estou indo pra escola. Ah, um tempo desse...frio, chuva, cobertor, chocolate quente...Nãããão! Aula de matemática aplicada e redação. ¬¬ Saio 14:40h, mas nem sei se virei pra casa. Estava afim de ir andar hoje, pensar, olhar, sentir e entender. : E essa bronquite que não me ajuda nem um pouco... >.<' Enfim, tô indo pra escola. =*
OBS.: Saudades de você. :/
Desliguei o computador. Fui a cozinha, tomei remédio. Fui lá fora, respirei, pensei, brinquei com a cachorra. Olhei a hora (não lembro onde estavam posicionados os ponteiros do relógio naquele instante). O silêncio pairava sobre a minha humilde residência .^^. Apaguei a luz do corredor, entrei no quarto e me joguei sobre a cama.
O teto era meu único foco naquele instante. Olhar para dentro da lâmpara acesa estava sendo uma ótima "terapia", uma distração (ou não). O calor foi aumentando, comecei a suar de forma descontrolada, e nem estava calor. Eu queimava energia de uma forma incompreensível, pelo menos pra mim. Quando levantei pra ligar o ventilador ele simplesmente não funcionava. ¬¬'
Abri a janela e...apaguei a luz. Pra queeee? Pra que eu fui apagar a luz?!? Luz apagada atrai a imaginação, as idéias, as dores, os medos, as criações...o sono.
Ficou frio, me cobri...fui fechando os olhos automaticamente e deixando essa realidade.
Por que sempre pés descalsos? E sempre acabo machucando-os. Aquele lugar apareceu de novo.
A mesma praça, os mesmos prédios, os mesmos vultos, as luzes acesas em plena luz do dia. A circunferência exata que o meio fio da praça traçava. Agora pude analisar com mais precisão alguns detalhes de lá. Detalhes que nem tinha percebido antes, ou não estavam lá... Mas faltava alguma coisa ali. Algo que não encontrei lá no meio, como eu esperava encontrar. o.o Ele não estava lá. O procurei em cada canto daquele lugar e não encontrei. Onde ele deveria estar? Por que não estava ali? Por que aquelas pessoas nunca olhavam para onde eu estava ? Será possível que eu estava invisível? ¬¬ Como ninguém não olhava para aquela praça? Ela era estranha demais. Era redonda, exatamente redonda. Havia luzes acesas em volta do meio em plena luz do dia! Não havia bancos e, o principal, não havia pessoas. Só tinha uma "bocó" parada lá no meio, olhando pra todos os cantos. Como ninguém reparou isso? como ninguém olhou?O.o A probabilidade disso acontecer hoje em dia é 0,5% Fatão' Ninguém olhar pra uma praça estranha, vazia e com todas as luzes acesas em pleno dia é impossível! Ah, nada mais aconteceu. Fiz força pra acordar e, dessa vez, acordei (Amém... Oo'). mas ainda estou receosa de como consegui ter o mesmo sonho, mesmo não. Sonhar com um mesmo lugar de novo, exatamente igual (igual não, havia coisas novas, só não sabia especificar o que) ao sonho de alguns dias atrás. E pior que eu não consigo entender nada. :/ " 27/05/2009
Meu corpo está exausto. Muito cansado. Porque ando dormindo e acordando mais cansada ainda, duas noites já que isso aconteceu. E hoje ainda acordei toda dolorida, parece até que corri 5 quilômetros inteiros sem parar (será que é minha cama Oo). E agora...estou indo pra escola. Ah, um tempo desse...frio, chuva, cobertor, chocolate quente...Nãããão! Aula de matemática aplicada e redação. ¬¬ Saio 14:40h, mas nem sei se virei pra casa. Estava afim de ir andar hoje, pensar, olhar, sentir e entender. : E essa bronquite que não me ajuda nem um pouco... >.<' Enfim, tô indo pra escola. =*
OBS.: Saudades de você. :/
terça-feira, 26 de maio de 2009
"Aprender com o coração ou na letra de uma canção"
♥
"Minha voz canta no tom afinado do amor.
Embalada pelo som da chuva
Que vem e rega toda a terra.
Limpa as impurezas
Pra mais tarde ao céu voltar,
carregando tudo, o que ela possa levar."
terra sarada, vida lavada.
Óh doce água, vem me banhar...
domingo, 24 de maio de 2009
Apego "oloko"
Hum, hoje eu estava pensando na facilidade que temos de nos apegar às coisas, às pessoas.
Mesmo não querendo, mesmo lutando pra não o fazer.
É estranho...como fazemos as coisas mesmo sabendo que podem não dar certo, ou que podemos quebrar a cara e acabar nos entristecendo.
Bem, há exeções. Há pessoas meio paranóicas, aquelas que preferem "medir" tudo, e se elas veem algo fora do padrão, ou melhor, fora do padrão que elas escolheram a seguir, elas nem se quer pronunciam o fato. Tenho alguns parentes assim. Eles são realmente estranhos...
Mas enxergo esses seres da forma mais "amiga" possível, as vejo como pessoas inteligentes e bem estrategistas. Coisa que eu nem consigo ser... Não porque não quero, mas porque sei que não vou conseguir. Não é muito do meu feitio ser assim. Gosto de me apegar às coisas, às pessoas, aos sentimentos, mesmo sabendo que a minha forma de lidar com perdas é extremamente grave. Mas prefiro pensar que nunca vou perde-las, que estarão comigo pra sempre (mas o "pra sempre" sempre acaba. OBS.: Seguindo essa linha de raciocínio, será que vai ter um dia que o "pra sempre" vai deixar de acabar? Oo' Nossa, viajei aqui agora :X).
Enfim, essas pessoas com muito "pé no chão", com linhas retas e objetivas na vida deixam de aproveitar muita coisa...oportunidades que passam e não voltam atrás.
Deveriam se apegar às pessoas sem tanto "se" na cabeça. Se apegar de modo que vivam o agora, sem esperar o amanhã, ou o daqui a pouco.
Claro que não aconselho ninguém a sair por aí fazendo
"burradas". Do tipo: "Sou casada, mas senti uma forte atração pelo meu vizinho novo, e como essa atração pode passar. Vou trair meu marido com ele logo." Uau, não gente. Não é isso que eu estou dizendo. Olha, olha as interpretações. Menos imaginação nessas horas e mais realismo. Fatão'
Mas enfim, hoje estou sem muita inspiração pra passar "idéias mentais" pro "coletivo de letras". (O que foi isso? "oloko")Enfim...
Foi bom enquanto durou...agora vou conversar com as pessoas ;D
/beijofui
Mesmo não querendo, mesmo lutando pra não o fazer.
É estranho...como fazemos as coisas mesmo sabendo que podem não dar certo, ou que podemos quebrar a cara e acabar nos entristecendo.
Bem, há exeções. Há pessoas meio paranóicas, aquelas que preferem "medir" tudo, e se elas veem algo fora do padrão, ou melhor, fora do padrão que elas escolheram a seguir, elas nem se quer pronunciam o fato. Tenho alguns parentes assim. Eles são realmente estranhos...
Mas enxergo esses seres da forma mais "amiga" possível, as vejo como pessoas inteligentes e bem estrategistas. Coisa que eu nem consigo ser... Não porque não quero, mas porque sei que não vou conseguir. Não é muito do meu feitio ser assim. Gosto de me apegar às coisas, às pessoas, aos sentimentos, mesmo sabendo que a minha forma de lidar com perdas é extremamente grave. Mas prefiro pensar que nunca vou perde-las, que estarão comigo pra sempre (mas o "pra sempre" sempre acaba. OBS.: Seguindo essa linha de raciocínio, será que vai ter um dia que o "pra sempre" vai deixar de acabar? Oo' Nossa, viajei aqui agora :X).
Enfim, essas pessoas com muito "pé no chão", com linhas retas e objetivas na vida deixam de aproveitar muita coisa...oportunidades que passam e não voltam atrás.
Deveriam se apegar às pessoas sem tanto "se" na cabeça. Se apegar de modo que vivam o agora, sem esperar o amanhã, ou o daqui a pouco.
Claro que não aconselho ninguém a sair por aí fazendo
"burradas". Do tipo: "Sou casada, mas senti uma forte atração pelo meu vizinho novo, e como essa atração pode passar. Vou trair meu marido com ele logo." Uau, não gente. Não é isso que eu estou dizendo. Olha, olha as interpretações. Menos imaginação nessas horas e mais realismo. Fatão'
Mas enfim, hoje estou sem muita inspiração pra passar "idéias mentais" pro "coletivo de letras". (O que foi isso? "oloko")Enfim...
Foi bom enquanto durou...agora vou conversar com as pessoas ;D
/beijofui
quinta-feira, 21 de maio de 2009
"Fingir que não"
Engraçado como vamos descobrindo novos sentimentos e sensações a cada dia.
Sensações e sentimentos dos quais você sempre recriminou, recrimina, mas se dá conta que chega um momento que fica impossível de não sentí-los.
Ciúme é uma palavra que sinto medo só de pronuncia-la.
Sou ciumenta sim, mas nada muito exagerado, pelo menos nada que as pessoas percebam e fiquem comentando. Se eu sinto ciúme vou direto à fonte. Lá eu saberei se é pra eu sentir, ou não.
Mas às vezes, mesmo sabendo que não se deve sentir, que não há motivos, a gente sente. Mesmo quando a pessoa em que mais confiamos nessa vida (e na passada, e na futura) diz: "Não tem porquê ficar assim. Você é tudo e ele(a) nada", você sente. Pelo menos eu sinto. "/
Eu gostaria muito de não sentir, de verdade.
Mas o "descaramento" da outra pessoal é tão...sei lá, tão "descarado" (Nossa, eu disse tudo agora...¬¬) que fico receosa. Eu confio em quem eu amo, só não confio em quem o ama, ou diz, acha ou pensa que o ama. Não duvido do amor de ninguém, do tamanho do amor de ninguém. Mas aí eu penso: "Vai que ele pensa que é maior que o meu...", "Vai que ele de repente passa a achá-la a menina mais legal, sexy e perfeita do mundo". oo' Eu morro!
Tenho muito medo de perdê-lo. Mesmo... =/ Não me vejo mais sem ele.
Sem as conversas online de madrugada, sem as trocas de informações, sem os esclarecimentos de diversos temas, sem os beijos na testa em suas visitas "noturnas", sem o "travesseiro" ao lado na hora de dormir, sem o sorriso, sem as batidas do coração, sem o olhar que parece estar sempre a procurar alguma coisa nos meus sonhos. E sem os abraços, os beijos, as carícias...enfim. Sem ele. Não quero nunca perder isso tudo.
E aqui estou eu, a prometer, que nunca vou enjoar de você. Nem que você queira.
E não é que eu seja egoísta, mas não quero dividi-lo com ninguém, não. =/ Principalmente com ela, que sente raiva de mim, que fala comigo por falsidade (Eu odeio isso! Tá com raiva? Não gosta? Não se sente bem? Não fala! Vira a cara, disfarça, pra que fingir?). eu falo/falaria sem problema algum, mas fingir que nada acontece não é bem o que eu gosto de fazer. Se eu pudesse, sentaria e conversaria com ela. Mas creio que isso tudo não diz respeito a mim, e esse papel não é meu. Então vejo que a única coisa que posso fazer é isso. "Fingir que nada está acontecendo". Que o sonho dela não é casar com ele, que ela não sente raiva de mim por eu estar perto dele, que a vontade dela não é voar no meu pescoço cada vez que ele me trata de forma carinhosa, que ela não liga quando estamos juntos, que pra ela difere estar ao lado dele sozinha ou não, que eu não me importo de não poder beija-lo quando ela está por perto só pra ela não ficar "triste", que eu não fico chateada quando as pessoas dizem: "Ele e suas duas mulheres." Enfim, que ela simplesmente não existe, ou que é apenas mais uma "Henrique-Lageana" que passa por mim e eu simpaticamente digo: "olá" e sigo meu caminho.
Sei que ele sabe o que faz, sabe o que sente, e o que não sente e confio nele (não nela).
Sono/msnnãoentrapornada/voudormir :
=*
Sensações e sentimentos dos quais você sempre recriminou, recrimina, mas se dá conta que chega um momento que fica impossível de não sentí-los.
Ciúme é uma palavra que sinto medo só de pronuncia-la.
Sou ciumenta sim, mas nada muito exagerado, pelo menos nada que as pessoas percebam e fiquem comentando. Se eu sinto ciúme vou direto à fonte. Lá eu saberei se é pra eu sentir, ou não.
Mas às vezes, mesmo sabendo que não se deve sentir, que não há motivos, a gente sente. Mesmo quando a pessoa em que mais confiamos nessa vida (e na passada, e na futura) diz: "Não tem porquê ficar assim. Você é tudo e ele(a) nada", você sente. Pelo menos eu sinto. "/
Eu gostaria muito de não sentir, de verdade.
Mas o "descaramento" da outra pessoal é tão...sei lá, tão "descarado" (Nossa, eu disse tudo agora...¬¬) que fico receosa. Eu confio em quem eu amo, só não confio em quem o ama, ou diz, acha ou pensa que o ama. Não duvido do amor de ninguém, do tamanho do amor de ninguém. Mas aí eu penso: "Vai que ele pensa que é maior que o meu...", "Vai que ele de repente passa a achá-la a menina mais legal, sexy e perfeita do mundo". oo' Eu morro!
Tenho muito medo de perdê-lo. Mesmo... =/ Não me vejo mais sem ele.
Sem as conversas online de madrugada, sem as trocas de informações, sem os esclarecimentos de diversos temas, sem os beijos na testa em suas visitas "noturnas", sem o "travesseiro" ao lado na hora de dormir, sem o sorriso, sem as batidas do coração, sem o olhar que parece estar sempre a procurar alguma coisa nos meus sonhos. E sem os abraços, os beijos, as carícias...enfim. Sem ele. Não quero nunca perder isso tudo.
E aqui estou eu, a prometer, que nunca vou enjoar de você. Nem que você queira.
E não é que eu seja egoísta, mas não quero dividi-lo com ninguém, não. =/ Principalmente com ela, que sente raiva de mim, que fala comigo por falsidade (Eu odeio isso! Tá com raiva? Não gosta? Não se sente bem? Não fala! Vira a cara, disfarça, pra que fingir?). eu falo/falaria sem problema algum, mas fingir que nada acontece não é bem o que eu gosto de fazer. Se eu pudesse, sentaria e conversaria com ela. Mas creio que isso tudo não diz respeito a mim, e esse papel não é meu. Então vejo que a única coisa que posso fazer é isso. "Fingir que nada está acontecendo". Que o sonho dela não é casar com ele, que ela não sente raiva de mim por eu estar perto dele, que a vontade dela não é voar no meu pescoço cada vez que ele me trata de forma carinhosa, que ela não liga quando estamos juntos, que pra ela difere estar ao lado dele sozinha ou não, que eu não me importo de não poder beija-lo quando ela está por perto só pra ela não ficar "triste", que eu não fico chateada quando as pessoas dizem: "Ele e suas duas mulheres." Enfim, que ela simplesmente não existe, ou que é apenas mais uma "Henrique-Lageana" que passa por mim e eu simpaticamente digo: "olá" e sigo meu caminho.
Sei que ele sabe o que faz, sabe o que sente, e o que não sente e confio nele (não nela).
Sono/msnnãoentrapornada/voudormir :
=*
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Preciso de tantas resposas
Preciso saber quem eu sou.
Preciso descobrir como me controlar
Se é que tenho controle. Espero que sim,
não quero passar por aquilo de novo.
Não quero sentir aquilo novamente.
Aquela...dor. Dor aquela que fazia a minha alma tremer, agonizar...
Foi a primeira vez que pude sentir minha alma de verdade. Ter certeza que ela existe, que temos alma e o sofrimento delas é dez vezes (ou mais) maior do que a de um corpo.
Dormir? Impossível. Remédio? Totalmente em vão. A alma não dorme e quando está doente não sara com comprimidos industrializados.
A dor demorou a passar. Caminhei pela casa, acendi todas as luzes, não queria ficar no escuro, lá a dor parecia mais intensa. Deitei. Rolei pela cama. Lágrimas começaram a escorrer pelas bochechas, atingindo o pescoço e de uma maneira tão veloz que a gola do meu pijama ficara ensopada em instantes. Eu queria dormir! Eu implorava por isso, mas não conseguia. Eu poderia até estar com sono, mas a dor da alma transpassava tudo que é outra reação do corpo. Levantei, tomei um comprimido inteiro pra dormir. Demorou menos de dez minutos e eu já estava lá, imóvel em cima da cama. Mas a dor...a dor ainda estava lá, no meu peito, firme e forte. Ouvia batidas. Batidas de um coração. Não sei ao certo se era o meu, mas era um coração, e ele pulsava vigorosamente. Os olhos pareciam colados. Eu sentia minha respiração, parecia que a dor me impedia de respirar e eu tinha que fazer uma força enorme pro ar penetrar nos meus pulmões. E eu não via nada, apenas a escuridão.
A dor parou, não me lembro quando e nem quanto tempo durou em tempo físico, mas cessou. Mas parecia que ía durar uma eternidade, que tinha apenas começado e não tinha hora e nem momento pra acabar.
Quando parou, eu estava em um lugar, muito estranho, nunca o tinha visto. Parecia um Forte. Era todo branco e tinham escadas, torres, e tudo era extremamente claro, chegava a doer a vista. Eu também estava de branco, a única coisa escura que tinha lá era o meu cabelo, que estava realmente sobressaindo naquele lugar.
Eu estava sentada em um degrau, encostada na parede, eu me lembro de ter levantado e me dirigido pra algum lugar, e não lembro de mais nada.
Acordei atrasada pra escola, eram 10:10h. Na cama, a lembrança da dor daquela madrugada veio à cabeça, e bateu aquela angústia no peito. Minha vontade era de não levantar, ficar no quarto, escuro, fechado, por um bom tempo. Mas eu não podia, tinha que viver a realidade, e ela não parece ser ruim. Ela me agrada. Tenho certeza do que eu sinto, do que eu desejo, do que eu gosto, do que amo, do que não amo e do que não gosto. Do que eu não quero, mas que o meu querer não é o meu "ter", ou o meu "poder". De que tenho uma vida social e não posso me entregar a coisas que nem sei se existem de verdade e que podem ser apenas projeções da minha mente. Mas que eu sinto, eu sinto. E quero saber o que são essas coisas, o porquê de eu sentir essas coisas. Ter alguém que me explique, que me ensine, que me ajude. Porque agora tenho quase certeza de que não conseguirei descobrir sozinha.
Ah vó, que saudade da senhora. Tinha sempre as respostas perfeitas nos momentos exatos. Por que teve que me deixar aqui? Sem saber onde buscar informações. Por que não aparece...? Eu preciso de você agora, pra me dizer, pra me explicar, pra me aconselhar. A senhora um dia prometeu que nunca iria me abandonar, eu duvidei. Já tinha conciência de que as pessoas partem daqui e vão pra lugares que sentem-se melhor. Mas mesmo duvidando eu tinha esperança, sabia que a senhora não me deixaria. Há quanto tempo não aparece, nem em sonhos. Preciso de você, nem que seja um abraço, aquele abraço pequeno e confortável que só a senhora sabia dar nas pessoas.
Ultimamente ando com a percepção em baixo nível, será que já era pra eu ter percebido muitas coisas ao meu redor e não percebi? Já era pra ter encontrado "a pessoa" e não percebi? Ou será que já a encontrei e não percebi?
PELASBARBASDOSDEUSES! Pessoa tô falando com você, sei que está me sentindo agora, pois eu escrevo o que eu sinto, e você pode me sentir que isso eu sei. Dá pra me ajudar? Me explicar o porquê de eu ter nascido esse ser bizarro. De eu não poder ser apenas mais uma "adolescente sequelada" sonhando com o tal prícipe encantado, de eu sentir coisas "anormais" e que não faz sentido nenhum pra mim. De eu conseguir ter uma ligação tão forte com alguém que sem querer acabo sentindo dores...e óh, isso não é nem um pouco legal. -.-' De eu ter a sensação de saber mais do que era pra saber e não sabendo de nada (tá, acho que você não entendeu né? Ou sim...). De como as coisas podem conspirar tanto pra um caminho só, como tudo que acontece, que sempre pensei e senti pode levar a um caminho desconhecido por mim e eu sabendo que é esse o caminho, mesmo não sabendo (ou não lembrando ... ) do que eu posso encontrar lá. Tantas perguntas, tantas incógnitas, tantas reações, sentidos, incertezas...
Deuses! u.u'
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Coisas "novas" ... ^^
"Busquei quem sou
Você pra mim mostrou
Que eu não estou sozinha nesse mundo."
Já faz um tempinho que não apareço por aqui.
Aí você pergunta: "Novidades?"
Bom, novidades sempre tem, no momento da "novidade", nos primeiros cento e vinte segundos é uma novidade. Mas quando for cento e vinte e um segundos já deixa de ser novidade. Mas aí tem aquela classificação, tipo aquele fato novo que se deu e você gostou tanto que passa um mês, dois meses, três meses e continua sendo uma novidade. Tem também o caso da amiga que você simplesmente perdeu o contato por um tempo e no meio desse tempo aconteceu uma coisa extraordinária que te deixou em puro frenesi momentâneo, depois passou. Quando você a reencontra que ela solta a famosa frase: "E aí, novidades?" você lembra do ocorrido de meses atrás mas que já não faz muita diferença pra você, não é mais novidade, e acaba contando pra ela, só pra deixá-la por dentro do que ela "perdeu" e acaba voltando a ser "novidade", não pra você, pra ela. Também quando o menininho(a) que você está afim lhe rouba um beijo, óH! Isso foi uma ótima novidade :P, depois de alguns minutos ele(a) lhe rouba outro beijo, consideraria isso uma novidade? Eu não, mas você pode considerar :P. Um ótimo exemplo também são os aparelhos eletrônicos. Você está na internet e chega um e-mail com o anúncio: "Novidade: Aparelho celular que lava louça", você corre pra loja pra comprar. Quando chega em casa liga a TV e escuta o jornal dizer que o Japão acaba de inventar um celular que lava louças, lava roupas, varre a casa e ainda te dá comida na boca! :O Isso sim é que é novidade, não aquela porcaria ultrapassada que você acabou de comprar. XP
Nossa, pensamento mais complexo o meu, não é? Ah, só finge que entendeu ^^'
Mas como eu ía dizer antes disso tudo, tenho novidades sim, pra você e não pra mim. Pra mim já não é mais novidade há um bom espaço de tempo. Mas como não é novidade pra mim então vou me polpar de escrever.
Nossa, parece até que nem gosto de escrever :X Nem é isso, é que hoje estou "um bagaço". Forcei muito os neurônios pra fazer uma prova de geografia. E olha que nem estava difícil, estava até fácil demais pro meu gosto, foi basicamente esse o motivo pelo qual eu "queimei tanto" os neurônios, eu queria descobrir o mais difícil, não acreditava que era aquela resposta mesmo, estava tão "idiotamente" na cara. -.-'
Acabou que era, e a professora ainda me chamou de "paranóica" (Acho que deve ser a quinta vez que me chamam disso essa semana, e olha que a semana começou ontem. ¬¬')
Enfim, está tudo indo muito bem. Tirando o final de semana, foi uma droga. Dia das mãe, minha mãe veio aqui pra casa, brigamos (Novidade... [Aí a "novidade" denovo ;D Sendo que essa foi sarcásticas, embora as pessoas nunca percebam quando estou sendo ^^']), foi o final de semana em que menos falei, e olha que muitos afirmam o fato de eu ser uma "tagarela", briguei com meu pai (pelo mesmo motivo de sempre).
Ah, mas tá tranquilo, estou relaxada já. Meus momentos de "baixo astral" costumam ser efêmeros demais, principalmente em relação à "problemas familiares", consigo superar (ou não) ^^'
Ultimamente ando podendo ser comparada à um vulcão, prestes a entrar em erupção. oo' São tantos pensamentos, reflexões, e, principalmente, sensassões e sentimentos. Sinto muitas coisas ao mesmo tempo, e tudo com uma intensidade fora do comum, e o mais engraçado é a brandeza que tornam-se as coisas depois do "furacão". Coisas inexplicáveis e imencionáveis. Pelo menos por enquanto. ^^
"Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar.."
Você pra mim mostrou
Que eu não estou sozinha nesse mundo."
Já faz um tempinho que não apareço por aqui.
Aí você pergunta: "Novidades?"
Bom, novidades sempre tem, no momento da "novidade", nos primeiros cento e vinte segundos é uma novidade. Mas quando for cento e vinte e um segundos já deixa de ser novidade. Mas aí tem aquela classificação, tipo aquele fato novo que se deu e você gostou tanto que passa um mês, dois meses, três meses e continua sendo uma novidade. Tem também o caso da amiga que você simplesmente perdeu o contato por um tempo e no meio desse tempo aconteceu uma coisa extraordinária que te deixou em puro frenesi momentâneo, depois passou. Quando você a reencontra que ela solta a famosa frase: "E aí, novidades?" você lembra do ocorrido de meses atrás mas que já não faz muita diferença pra você, não é mais novidade, e acaba contando pra ela, só pra deixá-la por dentro do que ela "perdeu" e acaba voltando a ser "novidade", não pra você, pra ela. Também quando o menininho(a) que você está afim lhe rouba um beijo, óH! Isso foi uma ótima novidade :P, depois de alguns minutos ele(a) lhe rouba outro beijo, consideraria isso uma novidade? Eu não, mas você pode considerar :P. Um ótimo exemplo também são os aparelhos eletrônicos. Você está na internet e chega um e-mail com o anúncio: "Novidade: Aparelho celular que lava louça", você corre pra loja pra comprar. Quando chega em casa liga a TV e escuta o jornal dizer que o Japão acaba de inventar um celular que lava louças, lava roupas, varre a casa e ainda te dá comida na boca! :O Isso sim é que é novidade, não aquela porcaria ultrapassada que você acabou de comprar. XP
Nossa, pensamento mais complexo o meu, não é? Ah, só finge que entendeu ^^'
Mas como eu ía dizer antes disso tudo, tenho novidades sim, pra você e não pra mim. Pra mim já não é mais novidade há um bom espaço de tempo. Mas como não é novidade pra mim então vou me polpar de escrever.
Nossa, parece até que nem gosto de escrever :X Nem é isso, é que hoje estou "um bagaço". Forcei muito os neurônios pra fazer uma prova de geografia. E olha que nem estava difícil, estava até fácil demais pro meu gosto, foi basicamente esse o motivo pelo qual eu "queimei tanto" os neurônios, eu queria descobrir o mais difícil, não acreditava que era aquela resposta mesmo, estava tão "idiotamente" na cara. -.-'
Acabou que era, e a professora ainda me chamou de "paranóica" (Acho que deve ser a quinta vez que me chamam disso essa semana, e olha que a semana começou ontem. ¬¬')
Enfim, está tudo indo muito bem. Tirando o final de semana, foi uma droga. Dia das mãe, minha mãe veio aqui pra casa, brigamos (Novidade... [Aí a "novidade" denovo ;D Sendo que essa foi sarcásticas, embora as pessoas nunca percebam quando estou sendo ^^']), foi o final de semana em que menos falei, e olha que muitos afirmam o fato de eu ser uma "tagarela", briguei com meu pai (pelo mesmo motivo de sempre).
Ah, mas tá tranquilo, estou relaxada já. Meus momentos de "baixo astral" costumam ser efêmeros demais, principalmente em relação à "problemas familiares", consigo superar (ou não) ^^'
Ultimamente ando podendo ser comparada à um vulcão, prestes a entrar em erupção. oo' São tantos pensamentos, reflexões, e, principalmente, sensassões e sentimentos. Sinto muitas coisas ao mesmo tempo, e tudo com uma intensidade fora do comum, e o mais engraçado é a brandeza que tornam-se as coisas depois do "furacão". Coisas inexplicáveis e imencionáveis. Pelo menos por enquanto. ^^
"Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar.."
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